CONFERÊNCIA PARALELA DE SUAS VENDAS COM CARTÕES

Suas vendas com cartões estão sendo creditadas
corretamente em sua conta corrente?

O controle eficaz dos seus créditos

A Conferecard.

A necessidade de uma ferramenta segura e eficaz que realize a conferência, e, ao mesmo tempo, permita o gerenciamento total das vendas com cartões, é uma constante nos estabelecimentos comerciais, muito embora, devido a complexidade para realizar tal feito, e em alguns casos por considerarem pequena a margem de erro, vários comerciantes abrem mão de se garantir com esta conferência.

Somando experiência, conhecimento e tecnologia, um gestor do setor de postos de combustíveis desenvolveu um método próprio e revolucionário, e vem obtendo resultados surpreendentes.

Em parceria com uma empresa de desenvolvimento de softwares, informatizou-se este método, dando origem a um sistema seguro e confiável que permite de forma fácil e livre de esforços, que as empresas tenham o controle total de suas vendas com cartões.

Agora você pode contar com o ConfereCard, que irá realizar por você, todos os cálculos complexos de valores e datas.





Organização

Está difícil de gerenciar suas vendas com cartões?

Controle

Sabe exatamente quanto custam os cartões para sua empresa?

Segurança

NÃO necessita de acesso aos seus dados bancários.

O CONFERECARD OFERECE A SOLUÇÃO DEFINITIVA PARA A CONFERÊNCIA DE SUAS VENDAS COM CARTÕES

O SISTEMA CONFERECARD POSSIBILITA:

  • Conferir todos os recebimentos dos seus cartões (Débito/crédito/vouchers);
  • Saber exatamente o montante de todos os descontos efetuados;
  • Gerar relatórios precisos para a contabilidade informando os créditos e os custos das vendas realizadas com cartões (importante para fechamento de trimestre e cálculo do lucro líquido);
  • Emitir relatórios das vendas, dos custos (aluguéis de maquinetas, tarifas de DOC, taxas diversas) e do valor líquido recebido (fundamental para a apuração do lucro líquido real de sua empresa);
  • Visualizar seus recebimentos futuros, otimizando o fluxo de caixa;
  • Comparar as vendas dos POSs, as bandeiras de cartões, as taxas cobradas e os prazos de reembolso.

Conciliador ou conciliação de cartões - Gestor de cartões - Conferência dos créditos e custos com cartões - Relatórios das vendas com cartões


TEF/POSs (Maquinetas) e Bandeiras (Cartões)




SEGURANÇA

  • INDEPENDENTE
    O Conferecard NÃO necessita de acesso aos seus dados bancários.

  • PARALELO
    Dispensa a integração com o sistema gerencial.

  • PLATAFORMA PRÓPRIA
    O Conferecard foi desenvolvido numa plataforma própria e de código fonte fechado. Proporcionando maior segurança contra ataques virtuais.

  • BANCO DE DADOS
    Protegido e disponível apenas ao usuário, através do Conferecard.

  • HOSPEDAGEM
    Nossos servidores encontram-se em um dos maiores e mais bem conceituados DataCenters do Brasil através do Cepedê - Sistemas & WebSites.

  • FÍSICA
    O Data Center foi construído para atender às mais rigorosas regras de controle físico e virtual.

Telas do Sistema

 


Clique nas imagens para ampliar

Opiniões

Fácil e simples de utilizar, o ConfereCard se tornou uma ferramenta importante para o meu fluxo de caixa.

No ramo em que atuo, o prazo de compra dos combustíveis significa custo maior e o sistema ConfereCard me possibilitou um planejamento preciso e rápido de todos os meus recebíveis com cartões.

O programa me permitiu um acompanhamento minucioso das vendas através de cartões, identificando erros e apontando eventuais cobranças de novas tarifas por parte das operadoras das maquinetas

Logo no primeiro mês já pude corrigir lançamentos equivocados, conseguindo um retorno financeiro significativo, só possível graças ao uso deste suporte.

Esse sistema se tornou imprescindível para minha gestão no Posto Barcelona.

Eduardo Pegoraro
Proprietário Posto Barcelona – Joinville – SC

A qualidade, rapidez e clareza com que obtenho informações sobre todo o processo de vendas com cartões me deixou impressionado.

Consigo apurar com apenas um clique todos os custos com as vendas nesta modalidade de pagamento, permitindo que eu realize com maior exatidão o resultado mensal final do meu posto.

Com o sistema ConfereCard pude identificar uma alteração na taxa cobrada por uma operadora. Essa alteração, de apenas 0,3%, seria impossível de ser percebida sem o ConfereCard. A identificação me possibilitou a recuperação retroativa dos débitos efetuados, gerando assim um crédito significativo em minha conta corrente.

Recomendo!!!!
Um custo irrisório comparado aos benefícios apresentados.

Jair C. Massuchin
Proprietário Posto Tartarugas – Curitiba – PR – Diretor do Sindicombustíveis do Paraná.

Uma das grandes dificuldades para o cálculo do resultado trimestral de meus clientes sempre foi a apuração dos valores de vendas com cartões. Geralmente, recebo informações incompletas ou uma infinidade de relatórios gerados pelas operadoras das maquinetas. Com o ConfereCard isso acabou. Agora, em uma única página, tenho todas as iformações de forma clara e detalhada sobre toda a movimentação financeira feita com as vendas realizadas através de cartões.

O benefício maior é para o próprio cliente, pois com essas informações precisas ele acaba pagando menos impostos.

É surpreendente a reação dos clientes quando, ao utilizar esse sistema, se dão conta do custo exato dos cartões para sua empresa a cada mês. Não fazem ideia de quantas taxas, tarifas e custos extras são descontados a cada operação.

Miguel João Manenti
Contador – Proprietário de escritório de contabilidade em Curitiba.

Notícias

Boa notícias no mercado de cartões

08/04/2019

Hora de renegociar as taxas que estão sendo pagas hoje:

Presidente da Caixa diz que estuda entrar na 'guerra das maquininhas'

SÃO PAULO  -  A Caixa Econômica Federal estuda entrar no mercado de adquirência, responsável por credenciar os lojistas para capturar as transações de pagamentos com cartões. O banco é o único entre os maiores do país que não tem uma operação neste mercado. "Somos o único banco que não tem uma adquirente. Isso vai mudar em dois meses", afirmou o presidente do banco, Pedro Guimarães, em evento do Credit Suisse em São Paulo. "Recebemos zero por esse serviço, e pela antecipação de recebíveis." O Santander é acionista da Getnet, enquanto Bradesco e Banco do Brasil têm participação da Cielo e o Itaú é dono da Redecard. A Caixa só atua indiretamente, com parceria para venda de maquininhas da Cielo.


Cielo muda estratégia para recuperar mercado

A nova postura adotada pela credenciadora de cartões Cielo na "guerra das maquininhas" já imprime o perfil de seu novo presidente, Paulo Caffarelli, que assumiu em outubro após deixar o comando do Banco do Brasil (BB). Pragmática e com foco em resultados, a Cielo não vai medir esforços para recuperar o mercado perdido, mesmo que isso represente sacrificar o retorno do negócio no curto prazo.

 

Fonte: Revista Valor Econômico 30/01/2019
Lembre-se: A verificação se os seus créditos estão sendo realizados corretamente é fundamental. Para essa tarefa conte conosco. Acesse


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Setor de cartões propõe acabar com o parcelado sem juros

29/01/2018

29/01/2018

Fonte: Valor Econômico

O setor de cartões apresentou ao Banco Central (BC) no início deste mês uma proposta para substituir a modalidade conhecida como “parcelado sem juros” dos cartões de crédito por um modelo de crediário a ser oferecido ao consumidor. A mudança viria acompanhada de uma redução no prazo de pagamento aos lojistas, apurou o Valor com duas fontes a par do assunto.

A ideia faz parte de um conjunto de medidas que as empresas de cartões vêm debatendo desde o fim de 2016, a pedido do órgão regulador, para reduzir custos, ampliar o uso desse meio de pagamento e aproximar o modelo brasileiro das práticas internacionais.

Pela proposta, os consumidores fariam uma espécie de crediário para parcelar compras no cartão, com base em um limite concedido pelo emissor, que poderia ser usado em qualquer loja. Não seria um crediário de um determinado estabelecimento, como já foi comum no passado com a emissão de boletos. O banco pagaria o lojista em até cinco dias após a operação (D+5) e assumiria o risco. Prestações e despesas com juros ficariam visíveis para o cliente na maquininha do cartão no ato da compra.

No modelo atual, a decisão de oferecer o parcelamento, e com que prazo, é do lojista. O varejista recebe a primeira parcela após 30 dias e o consumidor vai pagando as demais na fatura do cartão.

Embora o lojista demore um mês para receber a primeira parcela, o varejo é hoje muito dependente desse modelo, que não existe em outros países. Segundo dados da Abecs, associação das empresas do setor de cartões, o parcelado representa 55% das transações com cartão de crédito no país.

Para o consumidor, o parcelado “sem juros” representa uma facilidade e tem forte apelo psicológico – embora, na prática, haja uma série de taxas embutidas nas mensalidades. Portanto, mesmo que a ideia de um crediário pessoal vá adiante, a proposta deve enfrentar a resistência de clientes e lojistas.

Para minimizar o impacto, a sugestão dos bancos emissores é desenhar um produto que ofereça taxas e prazos muito competitivos aos clientes. Mesmo assim, viabilizar a mudança de modelo é tarefa “muito complexa” e que exigirá uma transição lenta, diz um executivo de uma instituição financeira.

A indústria brasileira de cartões está apoiada em subsídios cruzados. Ao fazer uma venda com cartão, o lojista paga uma série de taxas. A principal delas é a taxa de desconto (MDR, na sigla em inglês), cobrada pela credenciadora. Parte desse valor fica com a dona da maquininha e o restante vai para o banco emissor daquele cartão. Quem define quanto será destinado aos bancos são as bandeiras (Visa, Martercard e outras). Por isso, qualquer mudança de regras reverbera na cadeia como um todo.

No varejo, uma fonte que acompanha as negociações conta que há um empenho das grandes cadeias do setor em avançar com a nova modalidade. Na semana passada, presidentes de grupos de varejo alimentar e eletroeletrônico estiveram em uma reunião com o comando do Banco Central para reforçar o apoio e sugerir ajustes.

O Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), que tem entre os associados o Grupo Pão de Açúcar, Walmart, Via Varejo e Magazine Luiza, participou de reuniões com empresas de cartões e o BC. O setor critica o peso financeiro da venda parcelada em seus resultados, já que, ao demorar 30 dias para receber dos cartões o valor da venda, afirmam que são eles que acabam financiando o cliente.

Por causa disso, antes da crise no consumo, em 2014, as redes já vinham, em seus sites, tentando reduzir o número de parcelas na venda parcelada, mas com a recessão voltaram a estender os prazos.

Há uma preocupação das cadeias com a forma como a migração de modalidade pode ser comunicada ao consumidor. O receio é que o cliente entenda que possa estar se endividando com bancos, e isso acabe confundindo o cliente e atrapalhando as vendas, diz uma fonte. Procurado, o IDV não comentou o assunto. No GPA, o cartão de crédito representava 39% das vendas líquidas no terceiro trimestre de 2017. No Magazine Luiza, cartão de terceiros equivalia a 42% das vendas totais no período.

Procurada, a Abecs confirmou que “há discussões e estudos sobre o crediário, novo mecanismo de financiamento ao consumo e, ao mesmo tempo, de fortalecimento do capital de giro dos lojistas”. Segundo a Abecs, ainda não há detalhes sobre o produto porque os estudos se encontram em fase inicial. O BC disse, por meio de sua assessoria, que não comentaria o assunto. A Febraban não se pronunciou até o fechamentos desta edição.

No início de 2017, o BC e representantes do setor chegaram a discutir medidas para acabar com o parcelado sem juros e reduzir o prazo de liquidação das transações. A própria ideia de se criar um crediário chegou a ser aventada. Porém, o assunto entrou em compasso de espera pela sua complexidade. Diante disso, o BC passou a pedir que as empresas do setor apresentassem ideias para baratear e simplificar o uso de cartões.

Por enquanto, o Banco Central mexeu no chamado rotativo dos cartões de crédito. Numa medida que entrou em vigor em abril de 2017, o saldo remanescente no rotativo após 30 dias de uso dessa modalidade é automaticamente parcelado com taxas menores. O órgão regulador continua debatendo com o setor propostas para reduzir as taxas incidentes sobre as operações de débito e para o parcelado sem juros. A tendência é que se chegue primeiro a uma solução para a questão do débito, que é mais fácil de resolver, afirma uma fonte da indústria. (Colaborou Adriana Mattos)

Não se afogue na conciliação de cartões

01/09/2017
É um desafio de R$ 1,14 trilhão. Uma montanha de dados sobre 12,5 bilhões de transações por ano. Esse é o volume movimentado por cartões de crédito e débito no Brasil. Isso é um grande desafio para os varejistas, obrigados a fazer a conciliação de cartões diariamente para fechar o caixa.
Estima-se que atualmente 70% das transações no país são feitas com o chamado dinheiro de plástico. Ou seja, é praticamente impossível abrir mão desse meio de pagamento, por isso, não dá para fingir que o problema não existe.
A checagem manual das contas, mesmo quando feita com uma planilha eletrônica, apresenta grande quantidade de erros que provocam perdas pesadas. E ainda existem muitos pequenos comerciantes fazendo esse trabalho na ponta do lápis.

De centavos a milhares de reais
São pequenos erros, podem ser até centavos, que se acumulam e com o tempo se transformam em prejuízos de milhares de reais. O preço de não usar a tecnologia para cuidar da conciliação de cartões é alto para o varejista. Como saber se os recebimentos estão sendo feitos corretamente? Se as taxas e o valor do aluguel do leitor de cartões estão dentro do que foi contratado?
A falta de controle na conciliação de cartões pode criar também um problema de crédito. Segundo a Confederação Nacional dos Diretores Lojistas, para melhorar o capital de giro, 60% dos varejistas antecipam o recebimento do pagamento dos cartões. Eles negociam taxas mais baixas para esse empréstimo, mas os erros no registro das transações podem prejudicá-los.

Erros na conciliação de cartões aumentam risco de fraude
Isso para não falar no risco de fraudes. Elas ficam muito mais fáceis sem um mecanismo de controle eficiente e automatizado. Ainda mais que o Brasil é o segundo na lista dos países com maior número de fraudes em cartões de crédito, segundo a pesquisa Global Card Consumer Fraud 2016, do Alte Group em parceria com a ACI.
Softwares de gestão financeira podem pôr um fim nos problemas de conciliação de cartões. Com eles, todo aquele oceano de documentos e números nos extratos dos lojistas, da operadora e dos bancos são conferidos de forma automática, eliminando horas de trabalho e reduzindo a possibilidade de erros a praticamente zero.
Erros cometidos pelo varejista ou pela operadora no lançamento das transações são eliminados. Há também um importante ganho na qualidade de gestão do negócio. Os sistemas geram relatórios confiáveis, nos quais os varejistas podem conferir rapidamente dados importantes para a saúde financeira de seu negócio.

Produtividade com gestão integrada
Enquanto isso, os funcionários que antes se ocupavam dessa tarefa podem ser deslocados para outras áreas, como promoções e fidelização de clientes, entre outras. Também é possível comprar sistemas em que a solução financeira está integrada ao software de gestão, o que turbina a eficiência de toda a operação, permitindo cruzar todo tipo de informação sobre estoques, compras, ticket médio e outras, com os dados do fluxo financeiro, que é diretamente impactado pelos cartões.
Essas soluções também são móveis. Ou seja, os dados da conciliação de cartões – e dos indicadores de gestão – podem ser acessados a qualquer momento, de qualquer lugar, por meio de um simples smartphone.
E como o ganho de escala barateou esse tipo de tecnologia, fica a conclusão: hoje, só se afoga no mar da conciliação de cartões, quem quer.

Nova Operadora de Cartões

01/09/2017
O mercado de cartões está com uma nova operadora/adquirência.

Operando nos mesmos moldes da BIN e Stone a operadora Safra Pay  ( www.safrapay.com.br ) está entrando neste mercado.

A Safra pay opera com as bandeiras Visa e mastercard (débito e crédito) e em breve terá novas bandeiras de cartões em sua carteira.

As taxas oferecidas são bem atraentes e conta com o respaldo do conceituado banco Safra.

Liberado a prática de preços diferenciados nas vendas com cartões

30/03/2017

Governo autoriza comércio a cobrar preços diferentes para cartão e dinheiro

 

A partir desta terça-feira (27/12), comerciantes podem oficialmente cobrar preços diferentes para compras feitas em dinheiro, cartão de débito ou cartão de crédito. A prática passou a ser liberada pela Medida Provisória 764/2016, a 12ª assinada em dezembro pelo presidente Michel Temer (PMDB).
 O texto vale para bens e serviços, anulando inclusive qualquer cláusula contratual que proíba ou restrinja a diferenciação de preços. 

A norma segue sentido contrário ao que a 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça definiu em 2015, quando rejeitou pedido que tentava impedir o Procon de Minas Gerais de aplicar penalidades a empresas pela cobrança diferenciada (EREsp 1.479.039).

O relator, ministro Humberto Martins, afirmou na época que a Lei 12.529/2011 (sobre o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência) considera infração à ordem econômica a discriminação de clientes com a imposição diferenciada de preços. No acórdão, Martins escreveu que a compra com cartão de crédito também é considerada modalidade de pagamento à vista, pois o comerciante tem a garantia do pagamento assim que autorizada a transação.

Algumas entidades de defesa do consumidor se manifestaram contra a nova norma. Para a associação Proteste, é abusiva a diferenciação de preços em função da forma de pagamento. “Ao aderir a um cartão de crédito o consumidor já paga anuidade, ou tem custos com outras tarifas e paga juros quando entra no rotativo. Por isso, não tem porque pagar mais para utilizá-lo”, declarou a entidade.

A MP tem força de lei durante 120 dias e, para continuar válida depois, precisa ser aprovada pelo Congresso. Com informações da Agência Brasil.

Matérias Publicadas

Relação de algumas matérias públicadas sobre o Conferecard:


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